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Acesso à internet por alunos da rede pública chega a 65,8% em 2011 – EBC

maio 16, 2013

Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O número de alunos da rede pública de ensino que acessam a internet subiu de 24%, em 2005, para 65,8%, em 2011. Os dados fazem parte da publicação sobre Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do salto na inclusão digital desse universo de pessoas, o percentual ainda é menor que o registrado entre os alunos de escolas privadas no mesmo período, que passou de 82%, em 2005 para 96,2% em 2011. “Entre as pessoas que acessaram a internet que estudavam em escola particular, esse acesso atingiu quase a universalidade”, comentou o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

Segundo ele, o aumento do acesso dos alunos da rede pública pode ser explicado pelo aumento da renda das classes mais baixas e pela instalação de computadores com internet nesses estabelecimentos de ensino. Em 2011, dos 37,5 milhões de alunos (com mais de 10 anos), 29,2 milhões estavam na rede pública e 8,4 milhões de estudantes estavam na rede privada.

Na análise da escolaridade dos internautas, os dados revelam que de 2005 para 2011, no grupo de pessoas sem instrução e com menos de quatro anos de estudo, o percentual de acesso à internet passou de 2,5% para 11,8%. No mesmo período, no grupo com 15 ou mais anos de estudo, a estimativa aumentou de 76,1% para 90,2%.

Na série histórica, entre 2005 e 2011, os percentuais de internautas aumentaram em todas as faixas de renda, especialmente nas mais baixas: no grupo que engloba indivíduos sem renda e com renda de até um quarto de salário mínimo, o percentual de pessoas que acessaram a internet aumentou de 3,8%, em 2005, para 21,4% em 2011; no grupo de mais de um quarto até metade do salário mínimo, o percentual foi de 7,8% para 30%, no mesmo período de comparação. Por fim, no grupo com renda de meio a um salário mínimo, o percentual de internautas foi de 15,8%, em 2005, para 39,5%, em 2011.

As análises apontam também que a internet está deixando de ser acessada exclusivamente no posto de trabalho. Em 2011, das 77,7 milhões de pessoas que utilizaram a internet, 60,1% trabalhavam e 39,9% não trabalhavam. Embora a maioria dos internautas seja de pessoas ocupadas, essa diferença vem diminuindo se comparada a 2005, quando 62,1% dos internautas trabalhavam e 37,9%, não.

“O aumento do poder de compra, o aumento do crédito e o barateamento do computador têm permitindo que as pessoas tenham acesso à internet também fora do posto de trabalho”, comentou Azeredo. Segundo ele, no entanto, não é só o aumento da renda que explica a maior inclusão digital no país, mas sim, o resultado de todos os aspectos abordados pela pesquisa, como o sexo, a faixa etária, a ocupação e escolaridade. Ele deu como exemplo o fato de que entre a população de renda mais alta [5% da população ocupada] – com mais de cinco salários mínimos, o percentual de internautas é menor, porque ali há um número menor de jovens. “Muitos são idosos e não foram incluídos digitalmente e talvez não sejam nunca”, comentou ele.

Edição: Denise Griesinger // Matéria e título alterados às 13h54 para correção de informação. No primeiro parágrafo, o percentual de alunos da rede pública que acessaram a internet em 2011 foi 65,8%, e não 70%, como constava antes.

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

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Quando e por quanto o Galaxy S4 do Google chegará ao Brasil?

maio 16, 2013
Galaxy S4 tem uma capinha especial, que deixa apenas parte do visor à mostra (Foto: Allan Melo / TechTudo)

O Galaxy S4 “tradicional” chegou ao Brasil faz poucos dias, mas o anúncio do Google de uma versão com Android “puro” do novo top de linha da Samsung pode fazer com que os interessados no aparelho considerem esperar a chegada da nova versão ao mercado brasileiro. O TechTudo vai tentar esclarecer esta questão.

Galaxy S4 tem uma capinha especial, que deixa apenas parte do visor à mostra (Foto: Allan Melo / TechTudo)Galaxy S4 ganhou uma nova versão (Foto: Allan Melo / TechTudo)

Primeiramente, é importante frisar que o Google não se pronunciou sobre o lançamento do novo modelo do smartphone em mercados internacionais. O Galaxy S4 com Android padrão vai chegar aos Estados Unidos antes do resto do mundo, no fim de junho. E não há nem sequer a confirmação de que o telefone vai, de fato, ser comercializado em outros países.

Porém, caso o S4 do Google siga o padrão de distribuição do S4 tradicional, ele não vai demorar muito a ser vendido no Brasil. Afinal, o mercado brasileiro recebeu as primeiras unidades do aparelho, em sua primeira versão apenas alguns dias após os americanos. Atualmente, menos de um mês depois, ele já está disponível em todo o país.

Galaxy S4 original e "Google Edition" são muito parecidos, mas a diferença está no sistema (Foto: Arte/Divulgação)Galaxy S4 original e “Google Edition” são muito parecidos, mas a diferença está no sistema (Foto: Arte/Divulgação)

Nos Estados Unidos, o S4 “do Google” vai ser vendido diretamente na loja de produtos do Google Play, que não está disponível no Brasil nem para produtos da linha Nexus, que precisam de investimento das fabricantes para serem comercializados no país. Isso talvez seja um entrave na comercialização do aparelho no mercado brasileiro.

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  • Galaxy S4 original e "Google Edition" são muito parecidos, mas a diferença está no sistema (Foto: Arte/Divulgação)

    Qual é a diferença entre o Galaxy S4 do Google e o convencional?

  • Samsung afirma que buscará solução para falta de espaço de armazenamento no Galaxy S4. (Foto: Allan Mello / TechTudo) (Foto: Samsung afirma que buscará solução para falta de espaço de armazenamento no Galaxy S4. (Foto: Allan Mello / TechTudo))

    Atualização no Galaxy S4 deve resolver problema de armazenamento

  • Novo Android (Foto: Divulgação)

    Galaxy S4 com Android ‘puro’ será lançado em junho, divulga Google

Até porque, com a versão já tradicional do novo Galaxy à venda, não parece haver um grande motivo para a Samsung investir em lançar o novo modelo no Brasil. O preço é também uma incógnita. Mas, caso o Galaxy do Google seja comercializado no país, o custo dele para o consumidor não deve ser muito diferente do seu “irmão”.

Você acha que R$ 2.399 é um preço justo pelo Galaxy S4? Deixe sua opinião no Fórum do TechTudo!

Nos Estados Unidos, ele custará US$ 649 (R$ 1,3 mil) com uma versão de 16 GB de capacidade de armazenamento e compatível com 4G. O modelo original, com as mesmas configurações, custa US$ 749 (cerca de R$ 1,5 mil). No Brasil, como a “versão Samsung” sai por R$ 2,4 mil desbloqueado, se o aparelho realmente viesse, o lógico seria que ele custasse um pouco menos, algo em torno de R$ 2,2 mil.

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Novo Google+- primeiras impressões

maio 16, 2013
Novo Google+: primeiras impressões

A Google anunciou na tarde de ontem (15) durante a conferência Google I/O diversas novidades e atualizações para os seus produtos. Uma das mudanças mais significativas teve relação com a rede social Google+, que ganhou um novo design, além de recursos de ajuste de imagens nos álbuns de fotografia.

Tão logo as novidades foram anunciadas, elas já foram disponibilizadas para os usuários. Como sempre, a empresa liberou os recursos aos poucos, de forma que algumas contas receberam primeiro as novidades e outras ainda vão ganhar acesso ao longo da semana. Confira quais são as novas funcionalidades disponíveis.

Novo layout do Stream

A mudança mais significativa ficou por conta do visual da linha do tempo ou, no caso da Google, da Stream. É por meio dela que você tem acesso às atualizações das pessoas, páginas e círculos que você segue. Agora, as informações são exibidas por meio de cartões, que podem ser agrupados em até três colunas. Para modificá-lo, basta procurar a guia “Mais” e selecionar uma das opções de layout do Stream.

Novo Google+: primeiras impressões(Fonte da imagem: Reprodução/Google+)

Outro recurso que promete ampliar as possibilidades de interação na rede social é a inclusão de hashtags em algumas postagens.

Novo Google+: primeiras impressões(Fonte da imagem: Reprodução/Google+)

As tags são sugeridas de acordo com o assunto do seu post e, ao clicar sobre uma delas, o cartão exibe outros posts relacionados ao tema em questão.

Suas fotos ainda mais belas

Toda a parte de álbuns de fotografia do Google+ foi refeita. Eles são listados de forma horizontal, o que torna a disposição mis inteligente e atraente. As imagens também estão dispostas de uma forma mais agradável e amigável. O serviço utiliza ainda um algoritmo próprio para criar uma seção “Destaques”, com as melhores fotos do ábum.

O limite de qualidade das imagens passou para 2.048 pixels, o que permite a exibição de fotos em resolução mais alta. O espaço de armazenamento passa de 5 GB para 15 GB. Contudo, o recurso com mais atrativos é o de ajuste automático da qualidade, novamente possível graças a um algoritmo próprio da empresa.

Novo Google+: primeiras impressõesFoto aprimorada. (Fonte da imagem: Reprodução/Google+)

A novidade está disponível mesmo para as fotos antigas que já estão armazenadas em seu álbum. Para ter acesso ao recurso, selecione uma foto qualquer e, quando ela for aberta em modo tela cheia, clique em “Mais”. Entre as opções, você deve encontrar a guia “Ajuste automático”.

Novo Google+: primeiras impressõesFoto sem tratamento. (Fonte da imagem: Reprodução/Google+)

Depois de ativá-la, para conferir a diferença basta passar o mouse sobre a foto. Um botão contextual é exibido com a mensagem “Aprimorada”. Clique sobre ele e mantenha o botão pressionado para conferir a foto no modo original e comparar a diferença. Se você não gostar das alterações, é só optar por desfazê-las.

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Como funciona um roteador e saiba quais os tipos existentes

maio 16, 2013
O roteador deverá estar conectado ao modem, compartilhando assim o ponto de acesso da internet banda larga (Foto: Daniel Ribeiro)

Os roteadores funcionam enviando e recebendo pacotes de dados de computadores, smartphones e tablets por uma rede interna que se conecta diretamente com a internet. O equipamento se diferencia de um switch por buscar as melhores rotas para a recep&cc…

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Consolidação de Net, Claro e Embratel preservará marcas

maio 16, 2013

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As marcas NET, Claro e Embratel serão preservadas em uma consolidação das três companhias do grupo América Móvil no Brasil, disseram, nesta quinta-feira, 16, os presidentes da Claro, Carlos Zenteno, e da NET, José Félix, durante o lançamento de uma plataforma Wi-Fi conjunta das três companhias do grupo. Zenteno afirmou que o grupo fará a reorganização societária em uma única empresa, processo que deve levar dois anos segundo Félix. “Temos de diferenciar um processo formal de fusão da integração. Societariamente vamos chegar a ser a mesma companhia, mas no dia a dia as companhias continuarão com suas estruturas”, disse Zenteno. Em fato relevante divulgado em abril ao mercado as empresas anunciaram que “consideram a possibilidade de implementar, em conjunto com a Claro S.A., sociedade também controlada indiretamente pela América Móvil (Claro, Embrapar e Net), uma restruturação visando a consolidação das estruturas e atividades das companhias e de algumas de suas controladas no País em uma única sociedade”. O fato relevante veio por causa do pedido de anuência prévia à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para verificar a viabilidade da operação, processo que, segundo Félix, deve levar pelo menos dois anos. “Não vai ter marca única. São todas muito valiosas. Cada empresa manterá seu foco”, disse Félix. Para o executivo, o maior desafio é a integração e sinergias entre infraestrutura, produtos e serviços. “A parte societária é barbada. Basta pedir anuência à Embratel”, afirmou. A NET continuará focada em serviços em domicílio, a Claro, na mobilidade e a Embratel, em serviços corporativos. Juntas, as três empresas investirão R$ 10 bilhões no País em 2013, mesmo volume de 2012. A plataforma conjunta Wi-Fi, anunciada nesta quinta-feira, 16, custou R$ 100 milhões em investimento, já encerrado. Embora admita que uma consolidação demandaria a simplificação da estrutura das companhias, Félix negou que o conturbado processo de deslistagem da companhia do Nível 2 da bolsa de valores possa interferir no processo de união do grupo no País. A NET tentou unificar as ofertas públicas de aquisição de ações (OPAs) por alienação de controle e saída do nível 2 de governança, o que foi autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Mas o preço da operação foi contestado por minoritários na autarquia e o caso ainda está sendo analisado.

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